Roberto Pereira Peixoto

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Roberto Pereira Peixoto
7 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PATRIOTA
63 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
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Roberto Peixoto (Roberto Pereira Peixoto) disputou 7 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Taubaté em 2008 e 2004; vice-prefeito de Taubaté em 2000. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Taubaté/SP: 67.708 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 23 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 269 mil.

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Evolução da votação nas eleições

50.710 votos em 2008 (eleito) · 7 eleições

A votação de Roberto Pereira Peixoto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 25 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos contratados

Roberto Peixoto declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Taubaté (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 23 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Em 2008, R$ 269 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 25 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 25 milcontratados
Gastos em 2008R$ 269 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 93% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 18 mil70,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil12,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 4 mil17,0%
2008Prefeito, Taubaté (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 269 mil
52 doadores pessoas físicas
pessoas 37% · empresas 63% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 269 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 42 mil15,6%
  • Materiais impressosR$ 9 mil3,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil1,9%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,8%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 211 mil78,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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