Fernando Borges Correia Filho

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Fernando Borges Correia Filho
7 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PC do B
51 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE
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Professor Fernando Borges (Fernando Borges Correia Filho) disputou 7 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Taubaté/SP: 5.137 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Taubaté/SP, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 500 em 2018 (60% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

449 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Fernando Borges Correia Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalVereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 48 mil em receitas · R$ 45 mil em gastos

Professor Fernando Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: prefeito em Taubaté (SP) em 2008 e 2020, deputado federal por São Paulo em 2010 e 2018, vereador em Taubaté (SP) em 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 48 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com pessoal (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 13 mil). Em 2018, 60% dos R$ 500 em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 73% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 48 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 45 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 500campanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Taubaté (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 48 mil
doações de pessoas
FEFC 94% · pessoas 2% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 45 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 18 mil39,1%
  • Materiais impressosR$ 13 mil29,4%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil4,6%
  • Outras 10 categoriasR$ 12 mil26,8%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 52% · Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas 11% · pessoas 28% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 500
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 30060,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 20040,0%
2016Vereador, Taubaté (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 60% · partido 17% · pessoas 23%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil72,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1508,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 32718,9%
Ver as 4 campanhas anteriores
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 28% · empresas 3% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil55,8%
  • Materiais impressosR$ 4789,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2004,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil30,7%
2012Vereador, Taubaté (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 34% · empresas 4% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 30013,2%
  • Materiais impressosR$ 803,5%
  • Outras 7 categoriasR$ 2 mil83,3%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 28% · pessoas 23% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil21,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 6 mil78,5%
2008Prefeito, Taubaté (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 84% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil27,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil72,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Fernando Borges Correia Filho (Professor Fernando Borges): candidaturas e votos · Radar do Voto