- Serviços de terceirosR$ 101 mil32,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 98 mil32,0%
- Materiais impressosR$ 48 mil15,4%
- Serviços contábeisR$ 20 mil6,5%
- Outras 7 categoriasR$ 41 mil13,2%
Professora Leila Fonseca (PSD) ficou como suplente de deputada federal pela Paraíba em 2026, com 1.817 votos, pelo resultado oficial do TSE. Professora Leila Fonseca (Leila de Cássia Tavares da Fonseca) disputou 6 eleições entre 2014 e 2026, para deputada federal, vereadora, deputada estadual, vice-prefeita e senadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para senadora por PB: 44.627 votos. Na campanha de 2026 para deputada federal por PB, declarou R$ 464 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 307 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 101 mil), militância e mobilização de rua (R$ 98 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 124 mil em 2024 e R$ 43 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Leila de Cássia Tavares da Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professora Leila Fonseca declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senadora por Paraíba em 2014, deputada estadual por Paraíba em 2018 e 2022, vereadora em João Pessoa (PB) em 2024, e deputada federal por Paraíba em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 464 mil em receitas: R$ 450 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 307 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 101 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 98 mil); R$ 219 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 124 mil em gastos contratados; em 2022, R$ 43 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.