- Publicidade por adesivosR$ 76 mil22,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 50 mil15,0%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50 mil15,0%
- Materiais impressosR$ 46 mil13,8%
- Outras 7 categoriasR$ 110 mil33,2%
André Amaral Filho (PL) ficou como suplente de deputado federal pela Paraíba em 2026, com 14.039 votos, pelo resultado oficial do TSE. André Amaral Filho (André Augusto Castro do Amaral Filho) disputou 4 eleições entre 2010 e 2026, para deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PB: 14.913 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 42,2 milhões empenhados em 26 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2019, para 19 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por PB, declarou R$ 506 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 332 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 76 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 50 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 516 mil em 2018 e R$ 104 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de André Augusto Castro do Amaral Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
André Amaral Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Paraíba em 2014, 2018 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 506 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 332 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 76 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 50 mil); R$ 282 mil já foram pagos. Em 2018, R$ 516 mil em gastos contratados; em 2014, 43% dos R$ 104 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, André Amaral Filho teve R$ 42,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 26 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 19 municípios. Já foram pagos R$ 39 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (79%). As cidades que mais receberam foram Baía da Traição, Bayeux e Monte Horebe.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,2 milhões | R$ 15,2 milhões | 100% | 6 | 4 |
| 2018 | R$ 14,8 milhões | R$ 13,9 milhões | 94% | 13 | 5 |
| 2017 | R$ 12 milhões | R$ 9,5 milhões | 79% | 6 | 10 |
| Total | R$ 42 milhões | R$ 38,7 milhões | 92% | 25 | 19 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.