Nelson Gomes (PODE) ficou como suplente de deputado federal pela Paraíba em 2026, com 5.173 votos, pelo resultado oficial do TSE. Nelson Gomes (Nelson Gomes Filho) disputou 6 eleições entre 2004 e 2026, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Campina Grande em 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por PB: 5.173 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PB, declarou R$ 908 mil em receitas: R$ 886 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário e R$ 19 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 875 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 325 mil), publicidade por adesivos (R$ 176 mil) e serviços advocatícios (R$ 75 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 40 mil em 2016 e R$ 400 em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
5.173 votos em 2026 · 6 eleições
A votação de Nelson Gomes Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2026 (parcial): R$ 908 mil em receitas · R$ 875 mil em gastos contratados
Nelson Gomes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Campina Grande (PB) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Paraíba em 2014, e deputado federal por Paraíba em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 908 mil em receitas: R$ 886 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário e R$ 19 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 875 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 325 mil) e publicidade por adesivos (R$ 176 mil); R$ 558 mil já foram pagos. Em 2016, R$ 40 mil em gastos contratados; em 2014, 100% dos R$ 400 em gastos contratados foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Receitas em 2026R$ 908 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 875 milcontratados, parcial; R$ 558 mil pagos
Gastos em 2016R$ 40 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 37% · pessoas 41% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 5 mil31,3%
Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil28,5%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 680,4%
Outras 2 categoriasinclui R$ 1 lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil39,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2014—GPB · 61 anos · Parda · Ensino médio completo · Vereador · PRP · nº 44222 · situação constava como inapto nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.