Diniz Lopes (Diniz Lopes dos Santos) disputou 10 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Mauá em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 49.859 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Mauá/SP, declarou R$ 133 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 118 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 62 mil), pessoal (R$ 31 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 49 mil em 2016 e R$ 219 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
1.424 votos em 2024 · 10 eleições
A votação de Diniz Lopes dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 133 mil em receitas · R$ 118 mil em gastos
Diniz Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, prefeito em Mauá (SP) em 2008 e 2012, deputado federal por São Paulo em 2014, e vereador em Mauá (SP) em 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 133 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 118 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 62 mil) e pessoal (R$ 31 mil). Em 2016, R$ 49 mil em gastos contratados; em 2014, R$ 219 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 133 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 118 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 49 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 15% · pessoas 42% · empresas 21% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 269 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 42 mil15,5%
PessoalR$ 10 mil3,7%
Locação de imóveisR$ 4000,1%
Outras 17 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 216 mil80,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2014SUPLENTE13.716GSP · 50 anos · Branca · Superior incompleto · Empresário · PR · nº 2262 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2012NÃO ELEITO15.367LMauá, São Paulo · 48 anos · Superior incompleto · Empresário · PR · nº 22 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2010—GSP · 46 anos · Superior incompleto · Empresário · PR · nº 22622 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 2000ELEITO3.160LMauá, São Paulo · 36 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PL · nº 22660 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PL / PSC / PST
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA1.394LMauá, São Paulo · 32 anos · Dado Inexistente · PL · nº 22660 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.