Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Omar (Omar de Oliveira Leite) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em Itirapina/SP e foi eleito com 3.886 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Itirapina/SP, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 17 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 30 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 13 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil).
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 58 mil em receitas · R$ 57 mil em gastos contratados
Dr. Omar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Itirapina (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 58 mil em receitas: R$ 17 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 30 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 13 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 11 mil).
partido 30% · pessoas 17% · empresas 52% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 57 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação/cessão de bens móveisR$ 13 mil22,6%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 11 mil18,9%
Materiais impressosR$ 10 mil17,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil8,9%
Outras 12 categoriasinclui R$ 941 lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil32,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.