Paulo Roberto de Oliveira

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Paulo Roberto de Oliveira
6 eleições entre 1994 e 2012 · último partido PR
61 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
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Paulo Saponga (Paulo Roberto de Oliveira) disputou 6 eleições entre 1994 e 2012, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Itapeva em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1994, para deputado federal por SP: 4.987 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Itapeva/SP, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 801). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 13 mil, 63% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

503 votos em 2012 · 6 eleições

A votação de Paulo Roberto de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 8 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Paulo Saponga declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Itapeva (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 2 mil). Em 2008, 63% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2012R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados
Gastos em 2008R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Itapeva (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 21% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil47,1%
  • Materiais impressosR$ 80112,6%
  • Serviços de terceirosR$ 500,8%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 5 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil39,6%
2008Vereador, Itapeva (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 22% · empresas 13% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 2 mil11,8%
  • Materiais impressosR$ 4353,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 11 mil85,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Paulo Roberto de Oliveira (Paulo Saponga): candidaturas e votos · Radar do Voto