Paulo de la Rua (Paulo de la Rua Taráncon) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Itapeva em 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Itapeva/SP: 14.435 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Itapeva/SP, declarou R$ 587 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 65 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 472 mil de empresas e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 328 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 114 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 70 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 40 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 27 mil, 46% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
14.244 votos em 2012 · 6 eleições
A votação de Paulo de la Rua Taráncon em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 587 mil em receitas · R$ 328 mil em gastos contratados
Paulo de la Rua declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Itapeva (SP) em 2008, e prefeito em Itapeva (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 587 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 65 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 472 mil de empresas e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 328 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 114 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 70 mil). Em 2008, 46% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2012R$ 587 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 328 milcontratados
Gastos em 2008R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · pessoas 10% · empresas 12% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 13 mil46,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil14,8%
Materiais impressosR$ 3 mil9,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil4,4%
Outras 2 categoriasR$ 7 mil25,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2000NÃO ELEITO14.435LItapeva, São Paulo · 43 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PSD / PFL / PDT / PSL / PL / PGT / PTN / PC do B
Vereador · 1996ELEITO944LItapeva, São Paulo · 39 anos · Dado Inexistente · PSDB · nº 45657 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.