Valter Pinheiro (Raimundo Valter Pinheiro Lima) disputou 3 eleições entre 2000 e 2008, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Cubatão em 2004; vereador de Cubatão em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cubatão/SP: 4.670 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Cubatão/SP, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 13 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 52 mil de empresas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil), serviços de terceiros (R$ 12 mil) e publicidade por carros de som (R$ 11 mil).
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Evolução da votação nas eleições
4.670 votos em 2008 · 3 eleições
A votação de Raimundo Valter Pinheiro Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 91 mil em receitas · R$ 91 mil em gastos contratados
Valter Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Cubatão (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 13 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas, R$ 52 mil de empresas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e serviços de terceiros (R$ 12 mil).
partido 14% · pessoas 11% · empresas 57% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 19 mil20,9%
Serviços de terceirosR$ 12 mil13,2%
Publicidade por carros de somR$ 11 mil12,0%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil10,9%
Outras 9 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil42,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2004ELEITO34.001LCubatão, São Paulo · 57 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PSDB · nº 22 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PL / PSDC / PRTB / PSDB / PT do B
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA596LCubatão, São Paulo · 53 anos · Superior completo · Funcionário Público Civil Aposentado · PSDB · nº 45663 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PV
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.