Djalma Berger (Djalma Vando Berger) disputou 5 eleições entre 2002 e 2022, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de São José em 2008; deputado federal em 2006; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por SC: 126.419 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por SC, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 624 de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 310 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 409 mil), publicidade por adesivos (R$ 165 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 163 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 922 mil em 2012 e R$ 945 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
11.469 votos em 2022 · 5 eleições
A votação de Djalma Vando Berger em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 1,3 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos contratados
Djalma Berger declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006 e 2022, e prefeito em São José (SC) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 624 de outras campanhas, R$ 16 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 310 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com pessoal (R$ 409 mil) e publicidade por adesivos (R$ 165 mil). Em 2012, R$ 922 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 945 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 1,3 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,1 milhãocontratados
Gastos em 2012R$ 922 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1% · empresas 10% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 228 mil21,2%
Materiais impressosR$ 102 mil9,4%
PessoalR$ 95 mil8,8%
Locação de imóveisR$ 19 mil1,7%
Outras 22 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 635 mil58,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO35.619GSC · 40 anos · Superior completo · Engenheiro · PFL · nº 25369 · ver resultado completoAssembleia Legislativa
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.