Jose Antonio Tiscoski da Silva

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Jose Antonio Tiscoski da Silva
3 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PP
48 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Prefeito
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Professor Jusa (José Antonio Tiscoski da Silva) disputou 3 eleições entre 1996 e 2012, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Sombrio em 2008; vereador de Sombrio em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Sombrio/SC: 8.293 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Sombrio/SC, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 54 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 18 mil de empresas e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil), serviços de terceiros (R$ 26 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 24 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 101 mil.

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Evolução da votação nas eleições

8.073 votos em 2012 · 3 eleições

A votação de Jose Antonio Tiscoski da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 130 mil em receitas · R$ 91 mil em gastos contratados

Professor Jusa declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Sombrio (SC) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 130 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Partidário, R$ 54 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 18 mil de empresas e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil) e serviços de terceiros (R$ 26 mil). Em 2008, R$ 101 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 130 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 91 milcontratados
Gastos em 2008R$ 101 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Sombrio (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 130 mil
17 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 15% · pessoas 42% · empresas 14% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil29,9%
  • Serviços de terceirosR$ 26 mil28,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 944 lançados como "diversas a especificar"R$ 38 mil41,6%
2008Prefeito, Sombrio (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 101 mil
32 doadores pessoas físicas
partido 6% · pessoas 63% · empresas 15% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 101 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 22 mil22,0%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil6,7%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 748 lançados como "diversas a especificar"R$ 72 mil71,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 1996 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Jose Antonio Tiscoski da Silva (Professor Jusa): candidaturas e votos · Radar do Voto