Dagmar Diana Fava

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Dagmar Diana Fava
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PSD
47 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
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Dagmar (Dagmar Diana Fava) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para vereadora e prefeita. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Rodeio em 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeita em Rodeio/SC: 2.103 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em São José/SC, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 350 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 20 mil.

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Evolução da votação nas eleições

714 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Dagmar Diana Fava em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados

Dagmar declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Rodeio (SC) em 2008, e vereadora em São José (SC) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 350 de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2008, R$ 20 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 12 milcontratados
Gastos em 2008R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, São José (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 23% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil48,9%
  • Materiais impressosR$ 4 mil32,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil15,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3512,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 260,2%
2008Prefeita, Rodeio (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 67% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil27,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil16,9%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil10,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil5,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 8 mil39,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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