4 eleições entre 1996 e 2008 · último partido PMDB
56 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Aristides Sonaglio/tide (Aristides Antonio Sonaglio) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Papanduva em 2004 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Papanduva/SC: 4.484 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Papanduva/SC, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com pesquisas ou testes eleitorais (R$ 7 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil).
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Evolução da votação nas eleições
4.484 votos em 2008 · 4 eleições
A votação de Aristides Antonio Sonaglio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 28 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados
Aristides Sonaglio/tide declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Papanduva (SC) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 21 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com pesquisas ou testes eleitorais (R$ 7 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil).
partido e outras campanhas 14% · pessoas 9% · empresas 4% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 7 mil24,9%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil17,8%
Materiais impressosR$ 4 mil14,1%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 480,2%
Outras 2 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil43,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO302LPapanduva, Santa Catarina · 52 anos · Superior completo · Engenheiro · PSDB · nº 45000 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000SUPLENTE250LPapanduva, Santa Catarina · 48 anos · Superior completo · Engenheiro · PPB · nº 11613 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO363LPapanduva, Santa Catarina · 44 anos · Superior completo · Engenheiro · PPB · nº 11613 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.