Nelson Scapini

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Nelson Scapini
6 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PSOL
61 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Nelson Scapini disputou 6 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por SC: 307 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SC, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 750 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 574, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 574). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 440 em 2010 (55% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 34 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

44 votos em 2018 · 6 eleições

A votação de Nelson Scapini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 5 mil em receitas · R$ 574 em gastos

Nelson Scapini declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, 2010 e 2018, e prefeito em Governador Celso Ramos (SC) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 750 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 574, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 574). Em 2010, 55% dos R$ 440 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2008, 100% dos R$ 34 em gastos contratados foram com encargos financeiros e taxas bancárias.

Receitas em 2018R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 574campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 440contratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
FEFC 59% · partido e outras campanhas 15% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 574
tudo pago (100%)
  • Outras 1 categoriaR$ 574100,0%
2010Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 440
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 55% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 440
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 200 doados a outros candidatos e partidosR$ 440100,0%
2008Prefeito, Governador Celso Ramos (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 34
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 34100,0%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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