Lei Alexandre (Vanderlei Alexandre) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Forquilhinha em 2012 e 2008; vereador de Forquilhinha em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SC: 11.790 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Forquilhinha/SC, declarou R$ 181 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 92 mil de doações privadas (96 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 174 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil), serviços de terceiros (R$ 31 mil) e publicidade por adesivos (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 175 mil em 2018 e R$ 211 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
5.152 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Vanderlei Alexandre em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 181 mil em receitas · R$ 174 mil em gastos
Lei Alexandre declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Forquilhinha (SC) em 2008, 2012 e 2020, e deputado estadual por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 181 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 92 mil de doações privadas (96 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 174 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e serviços de terceiros (R$ 31 mil). Em 2018, R$ 175 mil em gastos; em 2012, R$ 211 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 181 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 174 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 175 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 97% · pessoas 2% · empresas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 247 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Outras 1 categoriaR$ 247 mil100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004ELEITO · MÉDIA756LForquilhinha, Santa Catarina · 34 anos · Ensino médio completo · Senador, Deputado e Vereador · PP · nº 11611 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA384LForquilhinha, Santa Catarina · 30 anos · Superior incompleto · PPB · nº 11611 · ver resultado completo
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA296LForquilhinha, Santa Catarina · 26 anos · Ensino médio incompleto · Trabalhador Rural · PPB · nº 11611 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.