Aldo (Aldo Dolberth) disputou 5 eleições entre 1998 e 2012, para vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Curitibanos em 2012. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Curitibanos/SC: 8.208 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Curitibanos/SC, declarou R$ 122 mil em receitas: R$ 96 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 15 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 24 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 11 mil).
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Evolução da votação nas eleições
7.155 votos em 2008 · 5 eleições
A votação de Aldo Dolberth em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 122 mil em receitas · R$ 122 mil em gastos contratados
Aldo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Curitibanos (SC) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 122 mil em receitas: R$ 96 mil de outros recursos do partido, R$ 10 mil de doações privadas (19 doadores), R$ 15 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 24 mil).
partido 79% · pessoas 8% · empresas 12% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 122 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 44 mil36,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 24 mil19,8%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 11 mil8,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9 mil7,2%
Outras 14 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil28,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE1.762GSC · 30 anos · Superior completo · Contador · PT · nº 13010 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PDT / PMN / PPS / PSB / PSN / PT
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.