Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilson (Gilson Luiz de Lorenzi) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em Celso Ramos/SC, com 1.117 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em Celso Ramos/SC, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com materiais de expediente (R$ 2 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 809).
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Evolução da votação nas eleições
1.117 votos em 2008 · 1 eleição
A votação de Gilson Luiz de Lorenzi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 11 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos contratados
Gilson declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Celso Ramos (SC) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 11 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com materiais de expediente (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil).
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8097,1%
Locação de imóveisR$ 5004,4%
Outras 3 categoriasinclui R$ 772 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil55,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.