Ricardo Pelegrinello

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Ricardo Pelegrinello
6 eleições entre 1996 e 2018 · PT
53 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Ricardo Pelegrinello disputou 6 eleições entre 1996 e 2018, para 2º suplente, vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Caçador em 2012 e 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Caçador/SC: 1.743 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Caçador/SC, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 948). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 12 mil, 99% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

831 votos em 2012 (eleito) · 6 eleições

A votação de Ricardo Pelegrinello em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Ricardo Pelegrinello declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Caçador (SC) em 2008, e vereador em Caçador (SC) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil). Em 2008, 99% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Caçador (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 51% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 94832,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil67,9%
2008Prefeito, Caçador (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasR$ 12 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Ricardo Pelegrinello: candidaturas e votos · Radar do Voto