Salete Cardoso (Salete Orlandina Cardoso) disputou 10 eleições entre 2004 e 2024, para vice-prefeita, deputada estadual, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 5 vezes: vereadora de Biguaçu em 2020, 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por SC: 7.373 votos. Na campanha de 2022 para deputada estadual por SC, declarou R$ 178 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 74 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 160 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 78 mil), serviços de terceiros (R$ 34 mil) e pessoal (R$ 31 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 26 mil em 2020 e R$ 500 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
4.829 votos em 2022 · 10 eleições
A votação de Salete Orlandina Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 178 mil em receitas · R$ 160 mil em gastos
Salete Cardoso declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: vereadora em Biguaçu (SC) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputada estadual por Santa Catarina em 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 178 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 74 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 160 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 78 mil) e serviços de terceiros (R$ 34 mil). Em 2020, R$ 26 mil em gastos; em 2018, R$ 500 mil em gastos.
Receitas em 2022R$ 178 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 160 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 26 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 25% · pessoas 37% · empresas 19% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 5 mil26,5%
PessoalR$ 1 mil6,0%
Outras 5 categoriasR$ 14 mil67,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2022SUPLENTE4.829GSC · 57 anos · Branca · Superior completo · Vereador · PL · nº 22180 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2020—LBiguaçu, Santa Catarina · 55 anos · Branca · Superior completo · Vereador · PL · nº 22 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 2008ELEITO1.324LBiguaçu, Santa Catarina · 43 anos · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PSDB · nº 45698 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.