Luis Fernando Schmidt

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Luis Fernando Schmidt
11 eleições entre 1994 e 2018 · PT
58 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Odontólogo
redes informadas ao TSE
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Luís Fernando Schmidt disputou 11 eleições entre 1994 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Lajeado em 2012; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RS: 38.723 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RS, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 39 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 21 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 276 mil em 2016 (42% com publicidade por materiais impressos) e R$ 393 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

7.409 votos em 2018 · 11 eleições

A votação de Luis Fernando Schmidt em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 50 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos

Luís Fernando Schmidt declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2018, e prefeito em Lajeado (RS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 39 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 21 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil). Em 2016, 42% dos R$ 276 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, R$ 393 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 42 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 276 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas6de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 77% · partido e outras campanhas 10% · pessoas 8% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 42 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 21 mil49,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil19,3%
  • Materiais impressosR$ 3 mil6,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 10 mil24,2%
2016Prefeito, Lajeado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 124 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 20% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 276 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 116 mil42,2%
  • Serviços de terceirosR$ 34 mil12,4%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil0,7%
  • Outras 11 categoriasR$ 123 mil44,7%
2012Prefeito, Lajeado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 529 mil
21 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 9% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 9% · empresas 78% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 393 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 146 mil37,3%
  • Serviços de terceirosR$ 34 mil8,7%
  • Locação de imóveisR$ 9 mil2,3%
  • Outras 18 categoriasR$ 203 mil51,7%
Ver as 3 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 113 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 71% · pessoas 11% · empresas 17% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 113 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 20 mil17,8%
  • Materiais impressosR$ 13 mil11,4%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil7,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 72 mil63,4%
2008Prefeito, Lajeado (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
5 doadores pessoas físicas
partido 30% · pessoas 25% · próprios 10% · outras 34%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil16,4%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 381 lançados como "diversas a especificar"R$ 27 mil83,6%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 70 mil
16 doadores pessoas físicas
pessoas 45% · empresas 41% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 70 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 36 mil51,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil48,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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