Jones Alexandre Martins

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Jones Alexandre Martins
5 eleições entre 2000 e 2018 · último partido MDB
47 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Jones Martins (Jones Alexandre Martins) disputou 5 eleições entre 2000 e 2018, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Gravataí em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Gravataí/RS: 50.776 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 26,9 milhões empenhados em 17 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2018, para 34 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 517 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 314 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 93 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 239 mil.

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Evolução da votação nas eleições

26.924 votos em 2018 · 5 eleições

A votação de Jones Alexandre Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 1,6 milhão em gastos

Jones Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 517 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 314 mil). Em 2014, R$ 239 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 1,6 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 1,6 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 239 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
10 doadores pessoas físicas
FEFC 95% · pessoas 4% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 517 mil32,9%
  • Materiais impressosR$ 314 mil20,0%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 93 mil5,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 56 mil3,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 450 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 591 mil37,6%
2014Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 239 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 15% · empresas 35% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 239 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 82 mil34,2%
  • Materiais impressosR$ 59 mil24,6%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil10,5%
  • PessoalR$ 20 mil8,4%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil22,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 26,9 milhões empenhados · 93% pago · 17 emendas em 34 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Jones Martins teve R$ 26,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 17 emendas individuais aos orçamentos de 2017 a 2018 (legislatura 2015 a 2018), para 34 municípios. Já foram pagos R$ 25 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (67%). As cidades que mais receberam foram Santo Cristo, Antônio Prado e Palmitinho.2

EmpenhadoR$ 26,9 milhõesorçamentos de 2017 a 2018
PagoR$ 25 milhões93% do empenhado, com restos a pagar
Emendas17individuais
Municípios34diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2018R$ 14,8 milhõesR$ 14,2 milhões96%727
2017R$ 12,1 milhõesR$ 10,7 milhões88%911
TotalR$ 26,9 milhõesR$ 24,9 milhões92%1634

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 18 milhões66,9%
  2. 2UrbanismoR$ 6,3 milhões23,3%
  3. 3AgriculturaR$ 1 milhão3,7%

Municípios que mais receberam

  1. 1Santo CristoR$ 1,7 milhão6,4%
  2. 2Antônio PradoR$ 993 mil3,7%
  3. 3PalmitinhoR$ 962 mil3,6%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Jones Alexandre Martins (Jones Martins): candidaturas e votos · Radar do Voto