Lorena de Fatima Arrue Dias

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Lorena de Fatima Arrue Dias
3 eleições entre 2004 e 2010 · último partido PSDB
45 anos em 2010 · Feminino · Superior completo
Advogado
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Lorena Arrue (Lorena de Fatima Arrue Dias) disputou 3 eleições entre 2004 e 2010, para deputada estadual, prefeita e vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Dom Pedrito em 2004. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por RS: 12.171 votos. Na campanha de 2010 para deputada estadual por RS, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 59 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 12 mil), serviços de terceiros (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 31 mil.

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Evolução da votação nas eleições

12.171 votos em 2010 · 3 eleições

A votação de Lorena de Fatima Arrue Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 59 mil em receitas · R$ 59 mil em gastos contratados

Lorena Arrue declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeita em Dom Pedrito (RS) em 2008, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 59 mil em receitas: R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 40 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 59 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 12 mil) e serviços de terceiros (R$ 12 mil). Em 2008, R$ 31 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 59 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 59 milcontratados
Gastos em 2008R$ 31 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 67% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 59 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil19,9%
  • Materiais impressosR$ 12 mil19,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 463 lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil60,3%
2008Prefeita, Dom Pedrito (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
15 doadores pessoas físicas
pessoas 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 31 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil28,6%
  • PessoalR$ 3 mil9,9%
  • Serviços de terceirosR$ 7652,4%
  • Outras 11 categoriasR$ 19 mil59,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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