Roberto Cesar Pires Camargo

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Roberto Cesar Pires Camargo
4 eleições entre 2000 e 2014 · PMDB
48 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Empresário
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Beto Pires (Roberto César Pires Camargo) disputou 4 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cidreira em 2008 e 2004; vereador de Cidreira em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RS: 14.456 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RS, declarou R$ 96 mil em receitas: R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 46 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 22 mil) e pessoal (R$ 14 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 36 mil.

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Evolução da votação nas eleições

14.456 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Roberto Cesar Pires Camargo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 96 mil em receitas · R$ 96 mil em gastos contratados

Beto Pires declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cidreira (RS) em 2008, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 96 mil em receitas: R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 46 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 96 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 22 mil). Em 2008, R$ 36 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 96 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 96 milcontratados
Gastos em 2008R$ 36 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 96 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 23% · empresas 48% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 96 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 34 mil35,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 22 mil23,0%
  • PessoalR$ 14 mil14,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil13,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 450 lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil13,0%
2008Prefeito, Cidreira (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 99% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 15menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 36 mil99,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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