Mariton Benedito de Holanda

Foto de Mariton Benedito de Holanda
Mariton Benedito de Holanda
6 eleições entre 2004 e 2018 · PT
50 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
Comparar

Padre Ton (Mariton Benedito de Holanda) disputou 6 eleições entre 2004 e 2018, para deputado federal, vice-prefeito, governador e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Alto Alegre dos Parecis em 2016; deputado federal em 2010; prefeito de Alto Alegre dos Parecis em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para governador por RO: 101.612 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por RO, declarou R$ 421 mil em receitas: R$ 363 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 58 mil de doações privadas (39 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 378 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 123 mil), pessoal (R$ 84 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 67 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 577 mil em 2014 e R$ 201 mil em 2010.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

101.612 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Mariton Benedito de Holanda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 421 mil em receitas · R$ 378 mil em gastos

Padre Ton declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Alto Alegre dos Parecis (RO) em 2008, deputado federal por Rondônia em 2010 e 2018, e governador por Rondônia em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 421 mil em receitas: R$ 363 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 58 mil de doações privadas (39 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 378 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 123 mil) e pessoal (R$ 84 mil). Em 2014, R$ 577 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 201 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 421 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 378 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 577 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 421 mil
39 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 86% · pessoas 14%
Gasto contratado
R$ 378 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 123 mil32,6%
  • PessoalR$ 84 mil22,3%
  • Materiais impressosR$ 67 mil17,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 56 mil14,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 48 mil12,6%
2014Governador, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 577 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 53% · pessoas 5% · empresas 6% · próprios 35%
Gasto contratado
R$ 577 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 200 mil34,6%
  • Materiais impressosR$ 91 mil15,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 64 mil11,0%
  • PessoalR$ 57 mil9,9%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 112 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 165 mil28,6%
2010Deputado federal, RondôniaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 201 mil
48 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 38% · pessoas 49% · empresas 5% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 201 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 57 mil28,6%
  • Materiais impressosR$ 45 mil22,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 31 mil15,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil2,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 61 mil30,6%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, Alto Alegre dos Parecis (RO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
11 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 30% · empresas 6% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil15,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil12,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil7,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil6,1%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil58,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008, 2010 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Mariton Benedito de Holanda (Padre Ton): candidaturas e votos · Radar do Voto