Lucas dos Pires

Foto de Luis Cosme das Chagas
Lucas dos Pires
Luis Cosme das Chagas (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido MDB
65 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lucas dos Pires (Luís Cosme das Chagas) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Jundiá em 2016. A maior votação foi em 2020, para vereador em Jundiá/RN: 209 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Jundiá/RN, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 350, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 443 em 2016 (45% com serviços de terceiros) e R$ 313 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

209 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Luis Cosme das Chagas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 350 em gastos

Lucas dos Pires declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Jundiá (RN) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 350, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 350). Em 2016, 45% dos R$ 443 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 100% dos R$ 313 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 350campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 443contratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Jundiá (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 350
tudo pago (100%)
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 350100,0%
2016Vereador, Jundiá (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 443
doações de pessoas
pessoas 45% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 443
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 20045,2%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 20045,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 439,7%
2012Vereador, Jundiá (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 313
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 313
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 313100,0%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Jundiá (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 600
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 600
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 600100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892