Joaquim do Amaral Filho

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Joaquim do Amaral Filho
2 eleições entre 2008 e 2014 · último partido PSD
66 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Joaquim Amaral (Joaquim do Amaral Filho) disputou 2 eleições entre 2008 e 2014, para deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RJ: 5.658 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por RJ, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 600 de doações privadas, R$ 140 de empresas e R$ 85 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 59 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

5.658 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Joaquim do Amaral Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 91 mil em receitas · R$ 91 mil em gastos contratados

Joaquim Amaral declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Piraí (RJ) em 2008, e deputado federal por Rio de Janeiro em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 600 de doações privadas, R$ 140 de empresas e R$ 85 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 59 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2008, 100% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2014R$ 91 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 91 milcontratados
Gastos em 2008R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · pessoas menos de 1% · empresas menos de 1% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil23,2%
  • Materiais impressosR$ 5 mil5,2%
  • PessoalR$ 4 mil4,9%
  • Serviços de terceirosR$ 6000,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 60 mil66,1%
2008Prefeito, Piraí (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 10 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Joaquim do Amaral Filho (Joaquim Amaral): candidaturas e votos · Radar do Voto