Luiz Omar Cardoso Pinheiro

Foto de Luiz Omar Cardoso Pinheiro
Luiz Omar Cardoso Pinheiro
6 eleições entre 1996 e 2026 · último partido UNIÃO
68 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Marinheiro Civil, Canoeiro, Embarcado e Assemelhados
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Luiz Omar (UNIÃO) ficou como suplente de deputado federal pelo Pará em 2026, com 1.825 votos, pelo resultado oficial do TSE. Luiz Omar (Luiz Omar Cardoso Pinheiro) disputou 6 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Vigia em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por PA: 2.251 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por PA, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 68 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 63 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil), serviços advocatícios (R$ 10 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.

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Evolução da votação nas eleições

1.825 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Luiz Omar Cardoso Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 91 mil em receitas · R$ 63 mil em gastos contratados

Luiz Omar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Pará em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 68 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 63 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil); R$ 54 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 91 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 63 milcontratados, parcial; R$ 54 mil pagos
Campanhas12026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
sem doações de pessoas
FEFC 74% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 63 mil
pago até agora: R$ 54 mil (85%)
  • Materiais impressosR$ 41 mil65,5%
  • Serviços advocatíciosR$ 10 mil15,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5 mil7,9%
  • Serviços contábeisR$ 3 mil4,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 700 lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil5,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892