- PessoalR$ 10 mil17,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil14,8%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil14,0%
- Materiais impressosR$ 7 mil12,0%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil42,1%
Deputado Estadual pelo Pará · 1º turno
99,81% das urnas do Pará apuradas às 22h04 (TSE)
859 votos (0,02% dos válidos)
186º lugar até agora, entre 392 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Maia Junior (Waldecir Aranha Maia Junior) disputou 1 eleição, em 2016, para vereador em Altamira/PA e foi eleito com 1.831 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por PA pelo PODE. Na campanha de 2016 para vereador em Altamira/PA, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 52 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 8 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Waldecir Aranha Maia Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maia Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Altamira (PA) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 52 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.