- Impulsionamento de conteúdosR$ 23 mil37,3%
- Serviços contábeisR$ 10 mil16,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil15,3%
- Materiais impressosR$ 6 mil9,5%
- Outras 4 categoriasR$ 13 mil21,3%
Deputada Estadual pelo Pará · 1º turno
99,81% das urnas do Pará apuradas às 22h04 (TSE)
26.866 votos (0,56% dos válidos)
68º lugar até agora, entre 392 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Dielly Silva (Maria Dielly Lima de Souza) disputou 1 eleição, em 2016, para vereadora em Alenquer/PA. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Em 2026, concorre a deputada estadual por PA pelo AVANTE. Na campanha de 2026 para deputada estadual por PA, declarou R$ 63 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 59 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 23 mil), serviços contábeis (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 9 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dielly Silva declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Pará em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 63 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas e R$ 59 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 23 mil) e serviços contábeis (R$ 10 mil); R$ 45 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.