Odair Galhardo disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Santa Cruz do Monte Castelo em 2004. Na campanha de 2008 para prefeito em Santa Cruz do Monte Castelo/PR, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 115 mil de doações privadas (64 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 37 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 6 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
1.031 votos em 2008 · 3 eleições
A votação de Odair Galhardo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2008: R$ 121 mil em receitas · R$ 121 mil em gastos contratados
Odair Galhardo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Santa Cruz do Monte Castelo (PR) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 121 mil em receitas: R$ 115 mil de doações privadas (64 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 37 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 27 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil5,2%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 5 mil4,1%
Outras 8 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 46 mil37,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2016—LSanta Cruz do Monte Castelo, Paraná · 47 anos · Branca · Superior completo · Administrador · PMDB · nº 20 · registro constava como indeferido com recurso nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.