- Serviços de terceirosR$ 10 mil37,7%
- Materiais impressosR$ 3 mil12,0%
- Outras 7 categoriasR$ 14 mil50,3%
Tereza (Tereza Ana Giacomini) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeita e vereadora. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Renascença em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Renascença/PR: 1.650 votos. Na campanha de 2016 para prefeita em Renascença/PR, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 500 de doações privadas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 67% com combustíveis e lubrificantes.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Tereza Ana Giacomini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Tereza declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Renascença (PR) em 2008, e prefeita em Renascença (PR) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Partidário, R$ 500 de doações privadas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil). Em 2008, 67% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.