- Publicidade por carros de somR$ 12 mil62,5%
- Materiais impressosR$ 2 mil11,8%
- Transporte ou deslocamentoR$ 2 mil10,6%
- AlimentaçãoR$ 1 mil5,0%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil10,0%
Nilton Servo (Nilton Cézar Servo) disputou 11 eleições entre 1978 e 2010, para deputado federal, prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para senador por PR: 42.312 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por PR, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 120 mil em 2008 e R$ 174 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nilton Cezar Servo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nilton Servo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2006, prefeito em Nova Esperança (PR) em 2008, e deputado federal por Paraná em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 2 mil em receitas, de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2008, R$ 120 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 174 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.