Marco Antonio Bogas de Oliveira

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Marco Antonio Bogas de Oliveira
4 eleições entre 2000 e 2014 · PTB
43 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico em Agronomia e Agrimensura
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Marco Bogás (Marco Antonio Bogás de Oliveira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2014, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cafezal do Sul em 2008; vice-prefeito de Cafezal do Sul em 2004; vereador de Cafezal do Sul em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cafezal do Sul/PR: 1.779 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PR, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 8 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 5 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 26 mil, 51% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

722 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Marco Antonio Bogas de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 33 mil em receitas · R$ 33 mil em gastos contratados

Marco Bogás declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cafezal do Sul (PR) em 2008, e deputado estadual por Paraná em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 8 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 25 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil). Em 2008, 51% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 33 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 33 milcontratados
Gastos em 2008R$ 26 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 33 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 33 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil32,0%
  • Materiais impressosR$ 2 mil6,2%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil4,6%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil57,2%
2008Prefeito, Cafezal do Sul (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 78% · empresas menos de 1% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil51,0%
  • PessoalR$ 2 mil8,5%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil4,4%
  • Outras 9 categoriasR$ 9 mil36,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marco Antonio Bogas de Oliveira (Marco Bogás): candidaturas e votos · Radar do Voto