- Materiais impressosR$ 14 mil55,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil27,6%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 9623,7%
- TelefoneR$ 2581,0%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil12,8%
Nereu Perondi disputou 2 eleições entre 2000 e 2008, para prefeito e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em Ampére/PR, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 25 mil de outras campanhas e R$ 701 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 962).
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Nereu Perondi declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Ampére (PR) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 25 mil de outras campanhas e R$ 701 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.