Cadoca (Carlos Eduardo Cintra da Costa Pereira) disputou 9 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Recife/PE: 225.847 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por PE, declarou R$ 774 mil em receitas: R$ 480 mil de outros recursos do partido, R$ 4 mil de doações privadas, R$ 255 mil de empresas e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 774 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 301 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 83 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 74 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 811 mil em 2010 (45% com publicidade por materiais impressos) e R$ 976 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
41.226 votos em 2014 · 9 eleições
A votação de Carlos Eduardo Cintra da Costa Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 774 mil em receitas · R$ 774 mil em gastos contratados
Cadoca declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Pernambuco em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 774 mil em receitas: R$ 480 mil de outros recursos do partido, R$ 4 mil de doações privadas, R$ 255 mil de empresas e R$ 35 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 774 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 301 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 83 mil). Em 2010, 45% dos R$ 811 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, R$ 976 mil em gastos contratados.
Gastos em 2014R$ 774 milcontratados, campanha encerrada
partido 54% · pessoas menos de 1% · empresas 35% · próprios 2% · outras 9%
Gasto contratado
R$ 976 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 369 mil37,8%
Serviços de terceirosR$ 27 mil2,8%
Locação de imóveisR$ 2 mil0,2%
Outras 18 categoriasinclui R$ 30 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 578 mil59,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2018—GPE · 78 anos · Branca · Superior completo · Advogado · SOLIDARIEDADE · nº 7790 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 1994ELEITO29.899GPE · 54 anos · Superior completo · Advogado · PMDB · nº 15111 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.