Pedro Coutinho (Pedro Coutinho Cirne Filho) disputou 3 eleições entre 2004 e 2012, para vice-prefeito e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em Bananeiras/PB, declarou R$ 5 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 900), combustíveis e lubrificantes (R$ 643) e publicidade por materiais impressos (R$ 400).
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Evolução da votação nas eleições
1.500 votos em 2008 · 3 eleições
A votação de Pedro Coutinho Cirne Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados
Pedro Coutinho declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Bananeiras (PB) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 5 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 900) e combustíveis e lubrificantes (R$ 643).
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 90018,0%
Combustíveis e lubrificantesR$ 64312,9%
Materiais impressosR$ 4008,0%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 450,9%
Outras 1 categoriainclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 3 mil60,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.