Joaquim de Lira Maia

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Joaquim de Lira Maia
7 eleições entre 1994 e 2014 · último partido DEM
62 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Deputado
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Lira Maia (Joaquim de Lira Maia) disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para vice-governador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2010 e 2006; prefeito de Santarém em 2000 e 1996; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PA: 119.548 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por PA, declarou R$ 471 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 178 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 82 mil de doações privadas (66 doadores), R$ 125 mil de empresas e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 471 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil), baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 141 mil) e publicidade por carros de som (R$ 67 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 200 mil em 2008 (46% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 169 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

119.548 votos em 2010 (eleito) · 7 eleições

A votação de Joaquim de Lira Maia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 471 mil em receitas · R$ 471 mil em gastos contratados

Lira Maia declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Pará em 2006 e 2010, e prefeito em Santarém (PA) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 471 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 178 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 82 mil de doações privadas (66 doadores), R$ 125 mil de empresas e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 471 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 157 mil) e baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 141 mil). Em 2008, 46% dos R$ 200 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, R$ 169 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 471 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 471 milcontratados
Gastos em 2008R$ 200 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 471 mil
66 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 11% · partido e outras campanhas 38% · pessoas 17% · empresas 26% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 471 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 157 mil33,3%
  • Serviços de terceirosR$ 6240,1%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 314 mil66,6%
2008Prefeito, Santarém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200 mil
44 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 43% · empresas 12% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 200 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil13,7%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 173 mil86,3%
2006Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 184 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 13% · empresas 79% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 169 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 29 mil17,4%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil4,7%
  • Outras 14 categoriasR$ 131 mil77,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Joaquim de Lira Maia (Lira Maia): candidaturas e votos · Radar do Voto