Edmir

Foto de Edmir Jose da Silva
Edmir
Edmir Jose da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PPS
56 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Sacerdote Ou Membro de Ordem Ou Seita Religiosa

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edmir (Edmir Jose da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Pacajá em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Pacajá/PA: 8.550 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Pacajá/PA, declarou R$ 9 mil em receitas, de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 7 mil), pessoal (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 6 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 155 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.157 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições

A votação de Edmir Jose da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 9 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos contratados

Edmir declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Pacajá (PA) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 9 mil em receitas, de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 7 mil) e pessoal (R$ 7 mil). Em 2008, R$ 155 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 27 milcontratados
Gastos em 2008R$ 155 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Pacajá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 7 mil25,8%
  • PessoalR$ 7 mil24,3%
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil22,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil15,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil12,6%
2008Prefeito, Pacajá (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 155 mil
19 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 51% · empresas 26% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 155 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil20,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil13,6%
  • Materiais impressosR$ 19 mil11,9%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil8,5%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 70 mil45,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892