Moacir Alho (Manoel Moacir Gonçalves Alho) disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Gurupá em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Gurupá/PA: 6.518 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Gurupá/PA, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 57 mil de doações privadas (41 doadores). Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com baixa de estimaveis - locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 19 mil), baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 13 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 12 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 206 mil, 50% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
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Evolução da votação nas eleições
2.530 votos em 2016 · 2 eleições
A votação de Manoel Moacir Gonçalves Alho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 66 mil em receitas · R$ 66 mil em gastos contratados
Moacir Alho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Gurupá (PA) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 66 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 57 mil de doações privadas (41 doadores). Os gastos contratados somam R$ 66 mil, principalmente com baixa de estimaveis - locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 19 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 13 mil). Em 2008, 50% dos R$ 206 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Receitas em 2016R$ 66 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 66 milcontratados
Gastos em 2008R$ 206 milcontratados, campanha encerrada
partido 12% · pessoas 79% · empresas 8% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 206 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 7 mil3,2%
Materiais impressosR$ 4 mil1,9%
Outras 11 categoriasinclui R$ 52 lançados como "diversas a especificar"R$ 196 mil94,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.