- Serviços de terceirosR$ 15 mil31,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil22,6%
- PessoalR$ 3 mil6,5%
- Materiais impressosR$ 5401,1%
- Outras 2 categoriasR$ 18 mil37,9%
Diá (Francisco de Assis dos Santos) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em Ribeirão Cascalheira/MT e foi eleito com 2.541 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Ribeirão Cascalheira/MT, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 11 mil de outros recursos do partido, R$ 37 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e pessoal (R$ 3 mil).
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Diá declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Ribeirão Cascalheira (MT) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 11 mil de outros recursos do partido, R$ 37 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 36 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 15 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.