Gilmar Prange

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Gilmar Prange
5 eleições entre 1996 e 2012 · último partido PP
50 anos em 2012 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Prange (Gilmar Prange) disputou 5 eleições entre 1996 e 2012, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cotriguaçu em 2012; prefeito de Cotriguaçu em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cotriguaçu/MT: 3.001 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Cotriguaçu/MT, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 35 do Fundo Partidário, R$ 733 de outras campanhas, R$ 782 de doações privadas e R$ 2 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com baixa de estimáveis - publicidade por carros de som (R$ 1 mil), baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 700) e publicidade por materiais impressos (R$ 517). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 55 mil, 58% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

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Evolução da votação nas eleições

211 votos em 2012 (eleito) · 5 eleições

A votação de Gilmar Prange em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Prange declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Cotriguaçu (MT) em 2008, e vereador em Cotriguaçu (MT) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 35 do Fundo Partidário, R$ 733 de outras campanhas, R$ 782 de doações privadas e R$ 2 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com baixa de estimáveis - publicidade por carros de som (R$ 1 mil) e baixa de estimáveis - combustíveis e lubrificantes (R$ 700). Em 2008, 58% dos R$ 55 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2012R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados
Gastos em 2008R$ 55 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Cotriguaçu (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas 21% · pessoas 23% · empresas 55%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 51719,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil80,4%
2008Prefeito, Cotriguaçu (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 53 mil
8 doadores pessoas físicas
pessoas 29% · empresas 51% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil10,1%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 862 lançados como "diversas a especificar" e R$ 200 doados a outros candidatos e partidosR$ 49 mil89,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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