- Militância e mobilização de ruaR$ 64 mil71,6%
- Materiais impressosR$ 3 mil3,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil3,2%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil2,3%
- Outras 8 categoriasR$ 17 mil19,5%
Maria Izaura (Maria Izaura Dias Alfonso) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vice-prefeita, deputada estadual e prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Alta Floresta em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por MT: 15.962 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por MT, declarou R$ 104 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de outras campanhas e R$ 75 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 64 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 218 mil em 2016 e R$ 317 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Izaura Dias Alfonso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maria Izaura declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeita em Alta Floresta (MT) em 2008 e 2016, e deputada estadual por Mato Grosso em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 104 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 24 mil de outras campanhas e R$ 75 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 64 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 11 mil). Em 2016, R$ 218 mil em gastos contratados; em 2014, 64% dos R$ 317 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.