Zelmo de Brida disputou 3 eleições entre 2004 e 2024, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Naviraí em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Naviraí/MS: 14.267 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Naviraí/MS, declarou R$ 506 mil em receitas: R$ 72 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 112 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 31 mil de empresas e R$ 291 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 505 mil, principalmente com pessoal (R$ 145 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 59 mil).
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Evolução da votação nas eleições
14.188 votos em 2008 (eleito) · 3 eleições
A votação de Zelmo de Brida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 506 mil em receitas · R$ 505 mil em gastos contratados
Zelmo de Brida declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Naviraí (MS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 506 mil em receitas: R$ 72 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 112 mil de doações privadas (5 doadores), R$ 31 mil de empresas e R$ 291 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 505 mil, principalmente com pessoal (R$ 145 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 72 mil).
partido e outras campanhas 14% · pessoas 22% · empresas 6% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 505 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 145 mil28,6%
Materiais impressosR$ 72 mil14,3%
Serviços de terceirosR$ 48 mil9,4%
Locação de imóveisR$ 7 mil1,4%
Outras 18 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 18 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 234 mil46,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.