Marcos Perpetuo Leite da Costa

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Marcos Perpetuo Leite da Costa
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PR
45 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
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Marcos Leite (Marcos Perpetuo Leite da Costa) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Cassilândia em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Cassilândia/MS: 558 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Cassilândia/MS, declarou R$ 127 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 127, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 127). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2012 e R$ 1 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

251 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Marcos Perpetuo Leite da Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 127 em receitas · R$ 127 em gastos contratados

Marcos Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cassilândia (MS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 127 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 127, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 127). Em 2012, R$ 5 mil em gastos contratados; em 2008, 48% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.

Receitas em 2016R$ 127campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 127contratados
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Cassilândia (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 127
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 127
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 127100,0%
2012Vereador, Cassilândia (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 42% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil30,5%
  • Serviços de terceirosR$ 3506,4%
  • Materiais impressosR$ 2334,2%
  • Locação de imóveisR$ 651,2%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil57,7%
2008Vereador, Cassilândia (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 51% · empresas 7% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30022,3%
  • Materiais impressosR$ 17513,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 87164,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Marcos Perpetuo Leite da Costa (Marcos Leite): candidaturas e votos · Radar do Voto