Cesar Augusto de Melo Felisberto

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Cesar Augusto de Melo Felisberto
3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PP
36 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Agente Administrativo
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Cesar Melo de Tim (César Augusto de Melo Felisberto) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Viçosa/MG: 288 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Piranga/MG, declarou R$ 3 mil em receitas, de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 800) e combustíveis e lubrificantes (R$ 390). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 890 em 2010 (100% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

69 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Cesar Augusto de Melo Felisberto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Cesar Melo de Tim declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Viçosa (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Piranga (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas, de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 800). Em 2010, 100% dos R$ 890 em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2008, 68% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com reembolsos de gastos realizados por eleitores.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2010R$ 890contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Piranga (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil45,9%
  • Serviços de terceirosR$ 33211,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil42,7%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 890
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 890
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 890100,0%
2008Prefeito, Viçosa (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 250
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 99%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 43027,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 1 mil72,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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