Simplicio

Foto de Jose Simplicio da Silva Filho
Simplicio
Jose Simplicio da Silva Filho (nome civil)
3 eleições entre 2006 e 2010 · último partido PSC
47 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Simplicio (José Simplício da Silva Filho) disputou 3 eleições entre 2006 e 2010, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Varginha/MG: 1.407 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Varginha/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 15 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 22 de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 37). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.407 votos em 2008 · 3 eleições

A votação de Jose Simplicio da Silva Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Simplicio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, e prefeito em Varginha (MG) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 15 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 22 de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 37). Em 2006, R$ 14 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados
Gastos em 2006R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2008Prefeito, Varginha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 98% · outras 1%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 372,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2 mil97,6%
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 18% · empresas 11% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil24,0%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil17,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil14,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 9506,7%
  • Outras 5 categoriasR$ 5 mil37,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892