Dr. Geraldo Hilario

Foto de Geraldo Hilario Torres
Dr. Geraldo Hilario
Geraldo Hilario Torres (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PP
54 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Geraldo Hilario (Geraldo Hilário Torres) disputou 5 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Timóteo em 2008. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 24.407 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Timóteo/MG, declarou R$ 350 mil em receitas: R$ 320 mil do Fundo Partidário, R$ 28 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 350 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 98 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 67 mil) e serviços de terceiros (R$ 32 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 264 mil em 2014 (67% com pessoal) e R$ 495 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

11.572 votos em 2016 (anulados) · 5 eleições

A votação de Geraldo Hilario Torres em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 350 mil em receitas · R$ 350 mil em gastos contratados

Dr. Geraldo Hilario declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, prefeito em Timóteo (MG) em 2008 e 2016, e deputado federal por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 350 mil em receitas: R$ 320 mil do Fundo Partidário, R$ 28 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 350 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 98 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 67 mil). Em 2014, 67% dos R$ 264 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2008, R$ 495 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 350 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 350 milcontratados
Gastos em 2014R$ 264 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Timóteo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 350 mil
18 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 91% · pessoas 8% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 350 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 98 mil27,9%
  • Materiais impressosR$ 67 mil19,3%
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil9,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 32 mil9,1%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 121 mil34,5%
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 265 mil
5 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 21% · empresas 24% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 264 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 177 mil67,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 28 mil10,4%
  • Materiais impressosR$ 22 mil8,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil4,3%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil9,7%
2008Prefeito, Timóteo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 495 mil
58 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 48% · pessoas 17% · empresas 32% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 495 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 88 mil17,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 379menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 71 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 407 mil82,1%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 92 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 52% · pessoas 3% · empresas 39% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 92 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 32 mil35,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil11,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil2,4%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil2,3%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil48,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892