Getulio Neiva (Getúlio Afonso Porto Neiva) disputou 10 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Teófilo Otoni em 2012 e 2000; deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por MG: 41.470 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Teófilo Otoni/MG, declarou R$ 488 mil em receitas: R$ 59 mil de doações privadas (187 doadores) e R$ 430 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 487 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 156 mil), militância e mobilização de rua (R$ 113 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 56 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 157 mil em 2012 e R$ 233 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
24.249 votos em 2016 · 10 eleições
A votação de Getulio Afonso Porto Neiva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 488 mil em receitas · R$ 487 mil em gastos contratados
Getulio Neiva declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2010, e prefeito em Teófilo Otoni (MG) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 488 mil em receitas: R$ 59 mil de doações privadas (187 doadores) e R$ 430 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 487 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 156 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 113 mil). Em 2012, R$ 157 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 233 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 488 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 487 milcontratados
Gastos em 2012R$ 157 milcontratados, campanha encerrada
Outras 8 categoriasinclui R$ 430 lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil41,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1998SUPLENTE25.200GMG · 55 anos · Superior completo · PMDB · nº 1565 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PST
Prefeito · 1996NÃO ELEITO16.330LTeófilo Otoni, Minas Gerais · 53 anos · Superior completo · Jornalista · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994SUPLENTE19.131GMG · 51 anos · Superior completo · Advogado · PL · nº 2244 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.