Ivan Brandão (Ivan Lemos Brandão) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeito em São Gonçalo do Sapucaí/MG, com 2.125 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeito em São Gonçalo do Sapucaí/MG, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 13 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 13 mil de empresas e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com pessoal (R$ 20 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil).
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 79 mil em receitas · R$ 79 mil em gastos contratados
Ivan Brandão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em São Gonçalo do Sapucaí (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 13 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 13 mil de empresas e R$ 48 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 79 mil, principalmente com pessoal (R$ 20 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 8 mil).
partido 6% · pessoas 17% · empresas 16% · próprios 61%
Gasto contratado
R$ 79 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 20 mil25,8%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil9,8%
Materiais impressosR$ 7 mil8,8%
Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil6,2%
Outras 14 categoriasinclui R$ 492 lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil49,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.